Muitas pessoas resumem o perfil de um
empreendedor em fazer coisas que resultem em ganho financeiro. Mas a que custo?
Quais as consequências destas ações?
Quero entrar em um tema muito delicado
que é o desenvolvimento das Virtudes Humanas.
Antes de mais nada vamos entender o
conceito de virtude versus o conceito de vício. Tanto a virtude quanto o
vício vêm do hábito, ou seja, todas as coisas que fazemos de forma habitual,
sem pensar, geram virtudes ou vícios. Quando a nossa ação habitual é boa, gera
a virtude, quando é má gera o vício.
Como podemos diferenciar os tipos de
ações que podem nos levar ao vício ou à virtude?
Temos ao nosso redor uma série de
coisas que valorizamos e para as quais nos dirigimos. Quando estas coisas nos
levam à perfeição do nosso ser as consideramos como boas, quando não nos
aperfeiçoam consideramos más.
Quando uma pessoa persiste em alcançar
estas coisas boas, adquire o bom hábito, ou seja, a virtude, pela repetição,
pela perseverança de ter e ser aquilo que lhe faz uma pessoa melhor.
Também podemos adquirir maus hábitos,
ou vícios, quando repetimos e perseveramos naquilo que não nos faz uma pessoa
melhor.
A virtude nos faz diferente e destaca o
nosso comportamento. As pessoas que por conveniência preferem ficar no vício,
criticam os virtuosos e dizem que são “ETs – Extra Terrestres”.
Empreendedor, não se deixe intimidar em
seu processo de crescimento: ser paciente, organizado, perseverante, moderado,
sóbrio, sincero, justo, generoso, etc. Isto tudo não te faz um “ET”, mas uma
pessoa melhor, ou seja, desenvolve a sua humanidade.
Vorneis de Lucia
Presidente do Instituto Pro Humanitas
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