É comum encontrar nas empresas líderes
que reclamam da falta de vontade de seus colaboradores. Pessoas que mais
parecem “mortos-vivos”.
Podemos relacionar a vontade a uma
força, a um poder, ou seja, à força da vontade. A primeira coisa que
precisamos ter em mente é o poder que se encontra em nossa vontade.
Outro ponto importante a se considerar:
Quando aplicamos a força de vontade, tomamos consciência do esforço que isto
provoca. É nesse momento que muitos empreendedores começam a estragar a sua
equipe de trabalho. Retiram todas as dificuldades naturais, ou seja, tentam
facilitar demais o trabalho. A pessoa não tem esforço, logo não desenvolve a
sua força de vontade.
Não podemos ser simplistas achando que
existe um único tipo de esforço: o esforço físico. A pessoa tem que estar
preparada também para o esforço moral e intelectual.
O ser humano aceita um esforço quando o
objetivo é de seu interesse, ou seja, acha que aquilo é valioso, que vale a
pena. A pessoa tem que descobrir o valor que existe no objetivo traçado, o
motivo pelo qual deve se esforçar para poder alcançar.
Se você quer diminuir o esforço a forma
correta está na preparação através da motivação, do treinamento e da habituação
que são elementos fundamentais para que a pessoa absorva ou neutralize o
esforço provocado no uso da força de vontade.
Empreendedor, cuidado com as pessoas
que foram educadas em uma atmosfera de permissivismo, consequência de uma
educação que procura fugir do esforço, um erro do verdadeiro sentido de
liberdade. Toda pessoa deve aprender a esforçar-se seriamente se quiser
alcançar qualquer objetivo valioso em sua vida.
Vorneis de Lucia
Presidente do Instituto Pro Humanitas
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